Dia da Mulher: Saneamento leva mais saúde e dignidade para teresinenses
Grandes investimentos da Águas de Teresina trouxe mais saúde, qualidade de vida e dignidade
Você sabe a relação entre saneamento básico e dignidade feminina? A falta ou precariedade de água tratada e esgotamento sanitário afetam diretamente a vida das mulheres, pois, trazem aumento da carga de trabalho doméstico, maior incidência de doenças, necessidade de deslocamentos diários para a obtenção de água e, até mesmo, a ausência de banheiros contribuem para pobreza menstrual e exposição direta a riscos.
Apesar disso, com a criação do Marco Legal do Saneamento (2020), o país observa uma mudança positiva nesse cenário. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) de 2023, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2019 e 2023, mais de 3,5 milhões de mulheres passaram a residir em domicílios com abastecimento de água potável. Um crescimento de 3,8% no período.
O avanço foi proporcionado pelos grandes investimentos no setor. Na capital do Piauí, a Águas de Teresina alcançou a universalização do abastecimento de água em 2020, com apenas três anos de atuação. Os esforços significativos melhoraram e otimizaram o abastecimento à população. Foram investidos mais de R$ 1 bilhão no saneamento da zona urbana da cidade, chegando ao valor de R$ 208,51 por habitante em 2023, o que supera a média nacional de R$ 71,76, segundo dados do Instituto Trata Brasil.
“A água e o saneamento, como um todo, são essenciais para a dignidade das mulheres. A falta desses serviços impacta diretamente a saúde, a rotina e as oportunidades das mulheres, principalmente daquelas em situação de vulnerabilidade. Nosso compromisso é garantir que mais pessoas, especialmente mulheres e crianças, tenham acesso a esses direitos fundamentais, promovendo mais qualidade de vida e igualdade”, destaca Gabriela Coutinho, diretora-executiva da Águas de Teresina.
A transformação na vida das teresinenses trouxe mais saúde, qualidade de vida e dignidade, como detalha a dona Maria de Jesus, que teve sua realidade mudada com a chegada da água tratada. “Antes, a gente pegava água de poço, era uma corda numa lata para puxar três vezes para poder encher um baú de 18 litros. A água nós tivemos que carregar na lata, na cabeça, até para banhar, para fazer comida, para lavar roupa. Hoje a realidade é outra, a água está muito boa, é uma água forte, é maravilhosa”, comemora a moradora do bairro Real Copagre, na zona Norte de Teresina.
Ao todo, são mais de 480 mil pessoas beneficiadas com os serviços de coleta e tratamento de esgoto na capital piauiense. Considerando o indicador de cobertura de esgoto de quando a Águas de Teresina assumiu o serviço, em 2017, o índice quase triplicou, passando de 19% para 59%. É o maior investimento em esgotamento sanitário da história da concessão.
Para Maria da Cruz Ferreira, do bairro Mocambinho, zona Norte de Teresina, ter sua casa conectada à rede de esgoto era um sonho que em breve se tornará realidade. “Eu moro aqui desde 1986. No começo era bem difícil. E hoje é para melhorar, para ganhar esse saneamento que era um sonho. Com 69 anos, nunca tinha morado e nunca morei, nunca tive acesso a esse saneamento. Até porque Teresina não tinha antes. E hoje nós somos privilegiados”, conclui.
Mulheres que transformam a vida de outras mulheres
Na Águas de Teresina as mulheres provam que a presença feminina no setor de saneamento básico vai além da ocupação de um espaço, é uma atuação essencial. Elas garantem o funcionamento de um serviço fundamental para a sociedade. Hoje são 16 mulheres ocupando cargos de liderança. Além disso, a empresa vive um momento histórico, em que pela primeira vez a subconcessionária tem duas mulheres a frente da gestão: diretora-presidente, Carolina Serafim e a diretora-executiva, Gabriela Coutinho; um avanço significativo de conquista e representatividade.
A Águas de Teresina mantém, ainda, o programa Respeito Dá o Tom, que promove o movimento de igualdade e oportunidades, começando por um ambiente de trabalho mais igualitário, que estimule o respeito e a valorização das diferenças. Como evolução de um trabalho com ações estruturadas, a Aegea, holding da qual a Águas de Teresina faz parte, tem como meta, até 2030, o aumento da representatividade de 32% para 45% o número de mulheres na liderança
“O Respeito Dá o Tom é um dos pilares da nossa empresa, pois acreditamos que a diversidade e a inclusão são fundamentais para uma sociedade mais justa e igualitária. Nosso compromisso é garantir oportunidades para todos e assegurar que cada voz seja reconhecida e valorizada”, finaliza Carolina Serafim, diretora-presidente da Águas de Teresina.
Fonte: Aguas de Teresina